23 de maio de 2010



i'm ready for the rain to wash who i am.


18 de maio de 2010

28 de abril de 2010


Já sei o que estiveste a pensar nestes últimos dias: "Pronto! Lá voltou ela a deixar-me pendurado." Calma, não é nada disso, ou se calhar até (só um bocadinho).
A mãe pôs-me de castigo e muita sorte tenho eu de ela não me ter partido o computador em quinze bocados. Por isso ficas a saber: a razão pela qual não te escrevo desde o dia 7 de Abril prende-se com o facto de eu não ter internet. Esta maldição vai durar até julho.
Das duas três: continuo a escrever-te à socapa como estou a fazer agora, procuro rapidamente um cibercafé (odeio esta palavra) que não faço a menor ideia onde fica ou então pegas neste barquinho que eu te fiz e fazes a viagem da tua vida. Olha que o barco é feito de uma nota, para o caso de ficares com fome já sabes que a podes usar. Mas olha que ficas sem barco para continuar a odisseia.
Assim sendo: a gente vê-se quando der.
P.S.: A gata já não aparece há uns dias o que quer dizer que já teve as crianças felinas.

7 de abril de 2010

Pechisbéque are a girl's best friend


E se pudesse ter um colar Lanvin de 500 euros (ou algo parecido) por 3,90? Sim? Então, ponha-se na alheta, dê corda aos sapatos e corra o mais rápido possível para uma loja de missangas e afins.
Pérolas, fio de nylon e fita de seda e aprenda a fazer o nó de quadrado. É tudo!
Eu já fiz o meu e bem que puxei pela cabeça e pelos dedinhos.
Ao que parece sofro de uma doença bastante grave: falta de jeito. Mas lá me safei. Tudo sozinha!
Para mais informações: www.superziper.blogspot.com (lá ensinam o truque)

Agradecimentos à quem? que tem um blog tão fixe comó meu!(www.groovemental.blogspot.com)

30 de março de 2010

Gato sem nome

Ou melhor: gata sem nome.
Apareceu lá em casa e não sabemos de onde vem.
Nós davámo-lhe petisco. O bichano gostava do petisco. O bichano ficou.
Agora está a inchar, mas não é do petisco. Quer-me parecer que a gata sem nome traz uns pãezinhos no forno. Até acho que já senti os seus corações pequeninos acelerados.
Problema 1: quem é o pai? É bom que ele não se acobarde que eu não vou sustentar os pequeninos com mais petisco.

Parece-me que vou ter de andar com um destes no bolso.

Problema 2: Onde é que a Gata Sem Nome vai criar as amostras de gato? Ela não é minha, ou é?


Gatos embrulhados em meias dentro de um tupperware


Baú de

pppppp
P P rrrrrr ssssss
Pppppp A L A V V r r A S
p a a L a a v v rrrrrr a a ssssss
p a aaa a L a aaa a v v r r a aaa a S
p a a LLLLL a a V r r a a ssssss



DDDDD EEEEEE
d D E
d D Eeeee
d D E
DDDDD EEEEEE


imitação, coragem, obrigação, rir, preguiça, novidade, treta, ordem, adeus, abafo, ninharia, expe-
riência, empastelar,melga, explosão, recordar, memória, decisão, órbita, sanidade, transição, or-
namentar, compromisso, asneira, espatifar, histerismo, asno, comichão, batucar, implicar, redondilha, reflorescer, sinergia, voracidade, infractor, calorífero, espalhar, mau-olhado, hipnotismo, destilar, calo, contracultura, sintonia, partitura, tuta-e-meia, balear, luta, cabeçada, empreiteiro, orangotango, sentinela, vulagaridade, enjaular, potencial, viscose, urticária, simetria

palavras à la carte

20 de março de 2010

Desta vez não há título

Agora que o stress por motivos escolares acabou, voltaram os pensamentos estranhos mas algo inteligentes:


"Existem duas coisas certas na vida: Se não fores tu a escolher a música para o teu funeral, alguém o fará por ti. A outra tem a ver com o futebol e não é para aqui chamada."


Desta forma, quando chegar a minha hora de ir para a cova gostaria de estar ouvir "Black Hole Sun". Por isso, caro leitor, estiveres presente no derradeiro dia e se o meu pedido não estiver a ser respeitado MANIFESTA-TE!

A minha viagem em segurança até ao outro mundo depende de ti.


Conselho :


mundo subterrâneo


Há três anos que não a via.
Tomavam o exemplo dos pais, que apesar de viverem e trabalharem em locais diferentes continuavam a não esquecer os amigos com quem brincaram quando eram crianças. 40 anos depois ainda se viam, falavam e riam sem qualquer desconforto.
Prometeram a si próprias que elas também seriam assim mas não foram.
Voltaram a ver-se no metro. Inesperado, estranho e no mínimo desconfortável.
O cabelo estava diferente, mais longo. Já usava um risco preto carregado à volta dos olhos e muitos anéis nos dedos.
Também ela olhou para a antiga amiga e notou nos pormaiores.
"Então, o que tens feito? O que vais fazer?" perguntas normais quando se revisita um amigo mas tudo continuava a ser esquisito.
Com tantas carruagens de metro logo tinha de ter entrado naquela.
Um calor carregado de culpa enchia o corpo. Só esperava não começar a transbordá-lo em forma de suor. Não cumpriram o que tinham prometido uma à outra, já não eram amigas. Desceram à qualidade de conhecidas.
A viagem teriminou, finalmente.
O suor de culpa evaporou-se. Um calafrio tomou o seu lugar, entrando pela coluna e o correndo para o pescoço. Seria possível? Tornarem-se amigas outra vez.


Será que noutra estaria também um outro amigo esquecido no caixote dos amigos de infância?