21 de maio de 2011

Pensamentos Catatónicos

Que se lixe o IKEA, pois isto não se trata de um daqueles manuais em que um boneco careca se entretém durante váris horas a fazer pouco de nós, enquanto fazemos figuras tristes a tentar montar um armário.

5 de maio de 2011

1 de maio de 2011

YMCA - #100


Perdido por cem, perdido por mil.
Parabéns Microgaitas, já és um homenzinho.

(PARABÉNS MÃE POR TERES DOIS FILHOS LINDOS E PORQUE TAMBÉM TU HOJE ÉS UMA BEBÉ)


As pessoas querem sonhos, eu dou-lhes sonhos

Sonhei que estava na hora de ter um sonho, não um sonho vulgar daqueles que, mal abrimos os olhos, já nem nos lembramos deles, mas sim um sonho daqueles que, no dia a seguir, quase merecem tanta atenção como o golo da vitória que está a dominar a conversa na zona do café.
E se bem sonhei, nesse sonho tinha que haver alguém a morrer logo para começar, pois as pessoas gostam de um bom choque para lhes cativar a atenção. Não havia tempo a perder, matei rapidamente um primo, mas tive o cuidado de escolher um dos que gosto menos, não fosse a coisa ser premonitória.
Morto o primo, faltava a razão. Mas, num sonho, as razões não são evidentes, tirando que andava metido com um dragão e um anão, que me tinham sobrado do sonho de terça-feira. Simplifiquemos, era um dragão-anão e não se fala mais nisso.
Pela reacção, quer do meu primo, quer do dragão-anão, o sonho pareceu-me estar a ser bem sonhado. Olhei para o relógio sem abrir os olhos, coisa que dá outro gozo quando se está a sonhar e vi que ainda tinha horas de sono pela frente.
Avancei e comi algodão doce, porque nos sonhos ou se come ou nos arriscamos a ser comidos. Aí a coisa não difere muito da realidade. Uma senhora de alguma idade pegava-me no braço e deu-me vários conselhos, que começavam sempre com um carinhoso “filha”. Não conhecendo a senhora, não tive coragem de dizer que se tinha enganado no sonho, mas tomei a liberdade de não seguir os seus conselhos.
O meu primo, chato como sempre, insistia em que eu o ressuscitasse no sonho, porque já tinha bilhetes para a ópera e era para as competições europeias.
Preferi acordar a dar razão ao meu primo. Se ele sonhasse que eu fiz isso de propósito, a coisa iria tornar-se um pesadelo. Não percebo porque é que a malta na zona do café ficam a olhar para mim de forma estranha. Especialmente o dragão-anão.